quinta-feira, 11 de abril de 2013

Resumo Critico:


Resumo Critico: O Enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar.

De acordo com o texto: “O Enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar”, que abordou uma pesquisa de estudo qualitativo, utilizando métodos qualitativos de pesquisa em campo, realizado por 59 enfermeiros assistenciais, de unidades de internação, ambulatoriais e de pronto socorro.

Foram utilizado métodos qualitativos, por ser uma pesquisa que aborda pontos que precisam ser analisados e pesquisados de uma forma  detalhada, observando a opinião técnica e cientifica de cada um  integrante da pesquisa em foco.

O Objetivo maior do estudo, partindo de uma pesquisa qualitativa exploratória, é a de coletar dados que contribua para o desenvolvimento de campo de estudo que recentemente tem despertado um grande interesse por parte de pesquisadores, que estão no campo da sociologia das profissões, em particular, da enfermagem.

Segundo Freidson, (1978)"o único critério verdadeiramente importante e uniforme para diferenciar as profissões de outras ocupações é a autonomia", sendo esta entendida como uma posição de controle legítimo sobre o trabalho que deve sua existência à tolerância ou à proteção do Estado e que, ademais, não inclui necessariamente todas as esferas da atividade profissional. Para o autor, o profissionalismo representa um método logicamente distinto de organizar uma divisão de trabalho e expressa uma circunstância em que as ocupações negociam entre si os limites de suas jurisdições e controlam seus mercados. Freidson com seu estudo não chega a citar questões cruciais tal como o relacionamento do profissional com o estado, os interesses econômicos sociais e políticos entre outros.

Procurando contribuir no debate, o autor assinalou que:

"uma adequada teoria das profissões e da profissionalização requer que se preste estreita atenção aos processos políticos pelos quais as ocupações obtêm que o Estado lhes conceda direito exclusivo para desempenhar certas tarefas, para recrutar e educar os seus membros, para dar ordens a outras ocupações e para definir em que consistirá seu trabalho" (Freidson, 1978:9- 10).

Sua estratégia analítica busca acentuar, assim, a organização social, política e econômica do trabalho, tratando, nesse caso, o conhecimento e a destreza como derivados do controle ou da falta dele, mais do que como suas causas.

JHONSON, (1997) em sua obra enfatiza o capitalismo monopolista, “o capital é transformado em processo de trabalho através de mecanismos complexos de controle produtivo.” (JHONSON, 1997, 02).

As várias ocupações na área da saúde, hierarquicamente subordinadas aos médicos, têm pouca autonomia no desempenho de seu trabalho e podem ser identificadas como parte da classe proletária, independentemente da condição de ser produtiva ou não. Este autor analisa ainda a reprodução do sistema produtivo nas esferas política e ideológica empreendida principalmente pelo Estado e pelas "profissões" (envolvendo as áreas da saúde, educação, ciência e tecnologia).

De acordo com a questão descrita no texto: O Processo de Autonomia da enfermagem pressupõe que o profissional enfermeiro e a equipe de enfermagem possam interferi no processo de definição da prioridade na assistência. O texto diz que, a autonomia está embora na direção da vontade do individuo para a ação, a partir de influencias sociais e culturais.

Sobre o aspecto metodológico que utiliza uma abordagem essencialmente qualitativa ainda que tenham sido utilizadas qualificações numéricas e tabelas. Os critérios utilizados para a escolha das unidades foi que as mesmas derivam constituir-se de enfermeiros assistenciais responsáveis pela Biossegurança a pacientes com necessidades de assistência intensiva, S-intensiva, cuidados intermediários e mínimos.

Palavra – Chave: (Autonomia; cuido com o paciente; enfermagem; sociologia das profissões; capitalismo monopolista; área da saúde; organização social)

·         Giannine Lopes

·         Jheniffer F. Melo

·         Nayara Suany

·         Jessica Adriana

·         Carla Patricia

·         Eddie A. Carmo

REFERENCIAS

As Referencias podem ser encontradas em:

 Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública; 1999. 205 p. Médicos, psicanalistas e loucos: uma contribuição à história da psicanálise no Brasil.
- Também disponível em: - Brasil BVS-Saúde Publica: 2. referenciais teórico- metodológicos:
http://portalteses.icict.fiocruz.br/transf.php?script=thes_chap&id=00008002&lng=pt&nrm=iso

Rev. Saúde Pública vol.25 no.4 São Paulo Aug. 1991, Revista de Saúde Pública.
- Também disponível em: - Perspectivas teóricas sobre medicina e profissão médica: uma proposta de enfoque antropológico:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-89101991000400012&script=sci_arttext
 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Texto Crítico

O ENFERMEIRO E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA PROFISSIONAL NO PROCESSO DE CUIDAR.

Qualquer profissional não deveria olha com olhos marxistas, esta profissão é tanto para homem quanto pra mulher e tem a mesma capacidade de executar e exercer uma mesma função quando se esta preparado tendo em vista o corpo médico ser formado por um médico, um enfermeiro e seus técnicos em enfermagem todas as ordens passada para equipe vem do médico isso se torna um principio de hierarquia, pois toda equipe e subordinada ao mesmo.
No que diz respeito á questão da autonomia entende se que só é possível quando o enfermeiro domina suas atividades, quando esse profissional cumpriu, ele é considerado um profissional de grade competência e com sua autonomia reconhecida.
Muitos técnicos de enfermagem não tem capacidade para anotar os documentos dados aos pacientes, pela falta de interesse de aprender, é indispensável que os profissionais da área de saúde tenham acesso a leitura para que possa compreender melhor os termos técnicos de enfermagem para que possam atender melhor, e dar explicações e se comunicar com os paciente. Não basta só aprender na pratica se na escrita ele for esquecido.
Deve-se sim ter mais profissionais capacitados e letrados entre nós técnicos de enfermagem para que possamos ir além de ouvir, praticar para que possamos também explicar os procedimentos aos clientes assim vistos esse texto se trata de falta de ética da parte da administração da instituição precisa rever a sua administração que por sua vez acaba sobre carregando os funcionários de enfermagem de tarefas que não são de sua competência. O profissional precisar esta livre para exercer o cargo que de fato foi delegado pelo docente médico é assim se ocupando do paciente e a sociedade em geral.
Para finalizar muitas tarefas não depende só do enfermeiro mais sim da administração do hospital.

Conclusão
Com analise no texto conclui-se que o técnico de enfermagem deve obter o abito da leitura, pois há muitos profissionais não capacitados para realizar anotações.  É importante ter profissionais na área da saúde bem atualizados cotidianamente, pois e uma profissão delicada que cuida de vidas. O mais importante é uma boa comunicação com o cliente para que possa explicar melhor para que ele possa compreender o seu caso clinico.

Texto critico


O enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar.
Este é um artigo que avalia alguns pontos na qualidade da enfermagem principalmente quando for no processo de cuidado do enfermeiro traz uma visão crítica deste agir,basea-se na superposição de que o processo de cuidar consiste no ntrabalho de enfermagem.
A competência profissional do enfermeiro é muito importante, levar em consideração os cuidados com a saúde abordando questões importantes no seu trabalho,para ter um bom desenvolvimento no hospital.
|O tecnico é muito importante pois tem que fazer seu trabalho sempre com muita dedicação e amor para que seu trabalho seja satisfatório para a melhoria de seus pacientes tem sempre que ter amor em tudo que faz.


Aluna:
Gleysiane Ravena Santos.
O ENFERMEIRO E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA PROFISSIONAL NO PROCESSO DE CUIDAR
           

                 RESUMO CRÍTICO


O presente trabalho teve como objetivo estudar o desenvolvimento da profissão de enfermagem, atuando em grandes ocupações na área da saúde hierarquicamente subordinadas aos médicos por tão pouca autonomia na performance do seu trabalho, independente na sua condição de ser produtiva. 
A denominação da autonomia do profissional enfermeiro no objetivo de cuidar, torna-se cada dia mais importante a possibilidade de adquirir condições com seu próprio esforço para resolver suas principais questões de ordem teórica.
A enfermagem no mérito de articular em um exercício moderno, utilizam outras áreas científicas na sua tradição histórica, é importante afirmar que o trabalho dirigido ao enfermeiro, na maior parte, com a ação voltada para o indivíduo em todos os aspéctos profissionais e intelectuais, trazendo para o ambiente a divisão onde acarreta conflitos internos, com isto, levando à atuar negativamente
 na assistência que presta ao paciente em que o afasta de sua ação cuidadora direta.
O artigo estudado se objetiva aos questionários que são realizados aos enfermeiros assistenciais de pronto-socorros que atuam no meio empregatício com Hospitais e Clínicas.
Sobre possíveis encaminhamentos da disciplina no curso de enfermagem, percebe-se a importância da análise sociológica para o desempenho profissional do futuro enfermeiro, pois não é possível à 
este profissional ingressar no mercado de trabalho sem o mínimo de conhecimento inerente à sociedade, considerando-se que é nela que se dá o desempenho de suas habilidades e competência.

  • EQUIPE:
  • ARLETE PINHEIRO
  • ADA COUTINHO
  • CRISTIANE OLIVEIRA
  • DANIELE TAVARES
  • NAYANE CAMILI
  • ROSILDA 
PALAVRA-CHAVE: PROFISSÃO DE ENFERMAGEM, ATO DE CUIDAR, DESEMPENHO,PRODUÇÃO.


Resumo Crítico:

Tema: O enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar.


BUENO, Flora Marta Giglio. QUEIROZ, Marcos de Souza, O enfermeiro e a construção da autonomia. Revista brasileira de enfermagem REBEN, 2006. Silva GB. Enfermagem profissional: Análise crítica. São Paulo (SP) Cortez: 1989. Freire P. pedagogia do oprimido, Rio de Janeiro (RJ). PAZ e TERRA: 1987.

Verificou-se neste estudo uma reflexão crítica sobre o tema propondo um questionamento que envolve o senso comum do agir do profissional enfermeiro, qual seja sua visão do mundo e a partir daí analisar se o profissional admite, se necessário haver mudanças em seu processo de trabalho e se a proposição que se faz sobre sua autonomia na ação de cuidar é viável ou pertinente.
Em tal contexto, ao profissional enfermeiro, cabe o trabalho intelectual e ao técnico, o trabalho manual. Na maioria  das vezes a ação é voltada para o indivíduo.

REFERÊNCIAS:
Bianco MHBC. Construção da autonomia do enfermeiro no cotidiano. Um estudo etnográfico sobre o referencial técnico de Agnes Heller {tese}.
Ribeirão Preto (SP):
Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo 1999.

" Se a pessoa tem conhecimento, habilidade para fazer determinadas coisas, automaticamente, ela terá autonomia. Ela transmite essa segurança, e isto a torna eficiente, bem como reconhecida tanto pelo paciente como pelo corpo docente Médico. Todos ficarão certos de sua destreza no seu trabalho."

A crise do paradigma mecanista da medicina, como descrito por Queiroz, revela a possibilidade de construção de um novo paradigma no interior do qual uma nova configuração de saúde, doença e terapêutica emerge com um sentido mais humano. Outras profissões da saúde, com menos tradições, certamente poderão aproveitar esta oportunidade e promover este tipo de demanda que é, ao mesmo tempo, científico e social.

Queiroz, MS: O paradigma da Medicina 
ocidental Moderna: uma perspectiva 
antropológica. Rev.  Saúde Pub.
 1986; 20: 309-17. 

Equipe:

Carla Karoline Costa da Trindade
Elaine Cristina do Amaral Corrêa
Rosineide Lima Duarte
Patricia Pantoja

terça-feira, 9 de abril de 2013

Resumo critico
Este artigo tem por objetivo estudar, sob um ponto de vista sociológico,a profissão de enfermagem a parti de questionários e entrevistas realizadas com 59 enfermeiros assistencial, de unidades de internação, unidades de ambulatoriais e de pronto socorro que atuam com vinculo empregatício nos hospital de clinicas da unicamp (HC- unicamp).
O HC-Unicamp, um hospital publico estadual universitário da cidade de Campinas é um hospital geral especializado, considerado um centro de excelência medica, de complexidade terciaria, de referencia para o SUS-sistema único de saúde, de nível regional, porem presta atendimento a outras regiões adjacentes e a outros estados.
O objetivo maior desse estudo é, a partir de uma pesquisa emperica, qualitativa e exploratória  contribuir para o desenvolvimento de um campo de estudo que apenas recentemente tem despertado algum interesse entre  pesquisadores brasileiros, que é o campo da sociologia das profissões, em geral, e da enfermagem, em particular.
 O estudo sociológico das profissões na área da saúde tem contemplado principalmente a medicina, que contempla alguns clássicos como, por exemplo, a obra de Freidson (1).
Esta autonomia é, para ele, baseada em dois princípios fundamentais: o conhecimento teórico reconhecido e protegido pelo estado e o apoio das elites.
Este lapso deixou uma margem generosa para a critica desenvolvida principalmente por autores marxistas.
A produção marxista moderava na área da saúde é importante principalmente pelo seu esfosso de prover uma teoria que estabeleça uma conexão desta área com a sociedade mais ampla.
Johnson (3), enfatiza que, no capitalismo monopolista, o  capital é transformado em processo de trabalho através de mecanismos complexos de controle produtivo.
As varias ocupações na área da saúde hierarquicamente subordinadas aos médicos tem pouca autonomia na performance de seu trabalho e podem ser identificados como parte da classe proletária, independentemente das condições de ser produtiva ou não.
Portanto, a reprodução do sistema produtivo, principalmente no que diz respeito a reprodução da foça de trabalho prove a base teórica para a autonomia da medicina e seu papel dominante no processo de trabalho na área de saúde:
Nesse caso, no papel do medico resume-se em ser capaz de estruturar e organizar o processo de trabalho na saúde, sendo que este direito corresponde a contrapartida concedida pelo estudo para que a medicina continue exercendo o seu importante papel no controle da foça de trabalho e na reprodução de valores fundamentais para a manutenção do sistema produtivo como, por exemplo, a visão individualista da doença e da cura e as soluções baseadas em tecnologia industrial.

Equipe: Brenda, Caticilene, Jaqueline e Lidiane
                                                           Resumo informativo
O relato tem como finalidade de saber como os profissionais da área de saúde atuam nos hospitais em qual eles trabalham, se eles fazem sua parte com responsabilidade e se seus procedimentos estão corretos, em fim.
Os hospitais são rigorosos quanto as habilidades de seus profissionais exigindo conhecimentos mais aprofundado e profissionais qualificados.
Esta autonomia é , para eles baseada em dois princípios fundamentais:
Apesar de procura as causas de organização medica na estrutura social, não chega a tocar em questão crucias, tais como, a natureza das elites para eles mencionadas.
Analisando as ocupações e profissões diante da organização capitalista de produção, conclui que a perda da automania no processo produtivo é uma tendencia histórica implacável segundo a qual autonomia é a dignidade das profissões seria perdido e a degradação varia na medida em que o capitalismo se desenvolve em estagio mais complexos e sofisticado de denominação.

Resultados:
Palavras-chaves: profissionais da área de enfermagem, autonomia, profissões.
Equipe: Brenda, Caticilene, Jaqueline e Lidiane