O enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar
Referências bibliográficas:
Flora Marta Giglio Bueno; Marcos de Souza Queiroz
Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Ouvidora do Hospital de Clínicas da UNICAMP
Antropólogo. Doutor em Sociologia pela Universidade de Manchester, Inglaterra. Pesquisador do Centro de Memória da UNICAMP. Professor credenciado da Pós-Graduação em Enfermagem da FCM/UNICAMP.
Este artigo analisa alguns fatores que interferem na qualidade da prática de enfermagem, principalmente no que diz respeito ao agir do profissional enfermeiro no processo de cuidar. Traz uma reflexão crítica deste agir, baseada na suposição de que o processo de cuidar consiste na essência do trabalho em enfermagem. A autonomia profissional do enfermeiro é considerada como uma importante questão que deve ser renovada por um novo paradigma científico, que leve em consideração o aspecto humano do cuidado à saúde. Baseado em uma abordagem qualitativa, algumas questões importantes do processo de trabalho desenvolvido em um hospital público universitário são consideradas. O artigo conclui propondo uma nova atitude, mais comprometida com a produção de saúde e com a sua dimensão social.
O objetivo maior desse estudo é o campo da sociologia das profissões,em geral da enfermagem,principalmente a medicina que contempla alguns clássicos com FREIDSON, (profissional dominante),que situa a profissão médica dentro das estruturas de classes,da sociedade capitalista,já JOHSON (profissional estrutural ), enfatiza trabalho através de mecanismo complexo de controle produtivo;agrande maioria das resposta da atual questão e 79,7%; foi negativo no questionário de intervenção de caráter inovador,os dados obtidos atua de forma acrítica e passiva,correspondendo na maioria controladores da instituição.
Equipe:
Carla Maia
Eliane Vasconcelos
Franciane Brandão
Jaiana Rodrigues
Mariana dos Reis
Sandra Rodrigues
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