segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar


Resumo critico: O enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar.


Referências bibliográficas:

BUENO, Flora Marta Giglio. QUEIROZ, Marcos de Souza. O enfermeiro e a construção da autonomia. Revista Brasileira de Enfermagem REBEn, 2006.
Silva GB. Enfermagem profissional: análise crítica. São Paulo (SP): Cortez; 1989.
Freire P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro (RJ): Paz e Terra; 1987.


A Enfermagem tem na ação educativa, um de seus principais eixos norteadores que se concretiza nos vários espaços de realização das práticas de Enfermagem em geral e especialmente no campo da Saúde Pública.
 A autonomia profissional do enfermeiro é considerada como uma importante questão que deve ser renovada por um novo paradigma científico, que leve em consideração o aspecto humano do cuidado à saúde. Baseado em uma abordagem qualitativa.
O Técnico de enfermagem deve estar ligado ao seu ambiente de trabalho, se aprofundando cada vez mais em seus conhecimentos, se qualificando para que de maneira autônoma possa defender seu ponto de vista de forma clara e objetiva.
 Bueno e Queiroz: Afirmam que “A enfermagem só poderá adquirir plena autonomia quando o cuidado passar a ser visto como uma esfera privilegiada na área da saúde tanto do ponto de vista científico como prático.”  Eles relatam  que a mudança  poderá  reforçar o ato de cuidar em   essa  desvalorização  acaba introduzindo e assumindo  processo   de autonomia tão questionada.
O resgate da  autonomia do profissional no processo de cuidar no hospital torna-se cada dia mais importante proporcionando a possibilidade de rever a enfermagem, enquanto a tradição histórica bem articulada em outras áreas cientifica. O processo de autonomia pressupõe que a equipe de enfermagem possa interferir na definição das prioridades na existência
Isso implica pensar a ação educativa como eixo fundamental para a nossa formação profissional no que se refere ao cuidado de Enfermagem em Saúde Pública e a necessidade de identificar ambientes pedagógicos capazes de potencializar essa prática.
As práticas educativas desenvolvidas no campo da saúde têm sido nomeadas de formas diversas, as quais estão relacionadas à história da Educação e Saúde e a forma como essas práticas têm sido apropriadas.
O profissional enfermeiro está, portanto, começando a reconhecer a necessidade de se reorganizar para assumir uma dimensão maior no trabalho em saúde, através da implementação de estratégias para intervir de forma fundamentada no processo de cuidar, rompendo com aquela identidade estabilizada, expressando, assim, seu significar na  saúde, afastando-se de ações submissas e pouco expressivas diante de uma sociedade cada vez seletiva no que se refere aos profissionais de saúde.


 Discente:
Carla Karoline Costa da Trindade
Elaine Cristina do Amaral Corrêa
Rosineide Lima Duarte

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