Referências bibliográficas:
BUENO, Flora Marta Giglio. QUEIROZ, Marcos de Souza. O enfermeiro e a
construção da autonomia. Revista Brasileira de Enfermagem REBEn, 2006.
Silva GB. Enfermagem
profissional: análise crítica. São Paulo (SP): Cortez; 1989.
Freire P. Pedagogia do oprimido.
Rio de Janeiro (RJ): Paz e Terra; 1987.
A Enfermagem tem na ação
educativa, um de seus principais eixos norteadores que se concretiza nos vários
espaços de realização das práticas de Enfermagem em geral e especialmente no
campo da Saúde Pública.
A autonomia profissional do enfermeiro é
considerada como uma importante questão que deve ser renovada por um novo
paradigma científico, que leve em consideração o aspecto humano do cuidado à
saúde. Baseado em uma abordagem qualitativa.
O Técnico de
enfermagem deve estar ligado ao seu ambiente de trabalho, se aprofundando cada
vez mais em seus conhecimentos, se qualificando para que de maneira autônoma
possa defender seu ponto de vista de forma clara e objetiva.
Bueno e Queiroz: Afirmam que “A enfermagem só
poderá adquirir plena autonomia quando o cuidado passar a ser visto como uma
esfera privilegiada na área da saúde tanto do ponto de vista científico como
prático.” Eles relatam que a mudança
poderá reforçar o ato de cuidar
em essa
desvalorização acaba introduzindo
e assumindo processo de
autonomia tão questionada.
O resgate da autonomia do profissional no processo de
cuidar no hospital torna-se cada dia mais importante proporcionando a
possibilidade de rever a enfermagem, enquanto a tradição histórica bem
articulada em outras áreas cientifica. O processo de autonomia pressupõe que a
equipe de enfermagem possa interferir na definição das prioridades na
existência
Isso implica pensar a ação
educativa como eixo fundamental para a nossa formação profissional no que se
refere ao cuidado de Enfermagem em Saúde Pública e a necessidade de identificar
ambientes pedagógicos capazes de potencializar essa prática.
As práticas educativas
desenvolvidas no campo da saúde têm sido nomeadas de formas diversas, as quais
estão relacionadas à história da Educação e Saúde e a forma como essas práticas
têm sido apropriadas.
O profissional enfermeiro
está, portanto, começando a reconhecer a necessidade de se reorganizar para
assumir uma dimensão maior no trabalho em saúde, através da implementação de
estratégias para intervir de forma fundamentada no processo de cuidar, rompendo
com aquela identidade estabilizada, expressando, assim, seu significar na saúde, afastando-se de ações submissas e pouco
expressivas diante de uma sociedade cada vez seletiva no que se refere aos
profissionais de saúde.
Carla
Karoline Costa da Trindade
Elaine Cristina do
Amaral Corrêa
Rosineide Lima Duarte
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