Resumo Critico: O Enfermeiro e a construção
da autonomia profissional no processo de cuidar.
De acordo com o
texto: “O Enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de
cuidar”, que abordou uma pesquisa de estudo qualitativo, utilizando métodos qualitativos
de pesquisa em campo, realizado por 59 enfermeiros assistenciais, de unidades
de internação, ambulatoriais e de pronto socorro.
Foram utilizado
métodos qualitativos, por ser uma pesquisa que aborda pontos que precisam ser
analisados e pesquisados de uma forma
detalhada, observando a opinião técnica e cientifica de cada um integrante da pesquisa em foco.
O Objetivo maior
do estudo, partindo de uma pesquisa qualitativa exploratória, é a de coletar
dados que contribua para o desenvolvimento de campo de estudo que recentemente
tem despertado um grande interesse por parte de pesquisadores, que estão no
campo da sociologia das profissões, em particular, da enfermagem.
Segundo Freidson,
(1978)"o único critério verdadeiramente importante e uniforme para diferenciar
as profissões de outras ocupações é a autonomia", sendo esta entendida
como uma posição de controle legítimo sobre o trabalho que deve sua existência
à tolerância ou à proteção do Estado e que, ademais, não inclui necessariamente
todas as esferas da atividade profissional. Para o autor, o profissionalismo
representa um método logicamente distinto de organizar uma divisão de trabalho
e expressa uma circunstância em que as ocupações negociam entre si os limites
de suas jurisdições e controlam seus mercados. Freidson com seu estudo
não chega a citar questões cruciais tal como o relacionamento do profissional com
o estado, os interesses econômicos sociais e políticos entre outros.
Procurando
contribuir no debate, o autor assinalou que:
"uma adequada teoria das profissões e da profissionalização requer
que se preste estreita atenção aos processos políticos pelos quais as
ocupações obtêm que o Estado lhes conceda direito exclusivo para desempenhar
certas tarefas, para recrutar e educar os seus membros, para dar ordens a
outras ocupações e para definir em que consistirá seu trabalho" (Freidson,
1978:9- 10).
Sua estratégia
analítica busca acentuar, assim, a organização social, política e econômica do
trabalho, tratando, nesse caso, o conhecimento e a destreza como derivados do
controle ou da falta dele, mais do que como suas causas.
JHONSON, (1997) em sua obra enfatiza o
capitalismo monopolista, “o capital é transformado em processo de trabalho através
de mecanismos complexos de controle produtivo.” (JHONSON, 1997, 02).
As várias
ocupações na área da saúde, hierarquicamente subordinadas aos médicos, têm
pouca autonomia no desempenho de seu trabalho e podem ser identificadas como parte
da classe proletária, independentemente da condição de ser produtiva ou não.
Este autor analisa ainda a reprodução do sistema produtivo nas esferas política
e ideológica empreendida principalmente pelo Estado e pelas
"profissões" (envolvendo as áreas da saúde, educação, ciência e
tecnologia).
De acordo com a
questão descrita no texto: O Processo de
Autonomia da enfermagem pressupõe que o profissional enfermeiro e a equipe de
enfermagem possam interferi no processo de definição da prioridade na assistência.
O texto diz que, a autonomia está embora na direção da vontade do individuo
para a ação, a partir de influencias sociais e culturais.
Sobre o aspecto metodológico
que utiliza uma abordagem essencialmente qualitativa ainda que tenham sido
utilizadas qualificações numéricas e tabelas. Os critérios utilizados para a
escolha das unidades foi que as mesmas derivam constituir-se de enfermeiros assistenciais
responsáveis pela Biossegurança a pacientes com necessidades de assistência intensiva,
S-intensiva, cuidados intermediários e mínimos.
Palavra
– Chave: (Autonomia; cuido com o paciente; enfermagem; sociologia das profissões; capitalismo
monopolista; área da saúde; organização
social)
·
Giannine Lopes
·
Jheniffer F. Melo
·
Nayara Suany
·
Jessica Adriana
·
Carla Patricia
·
Eddie A. Carmo
REFERENCIAS
As Referencias podem ser encontradas em:
Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública; 1999. 205 p. Médicos, psicanalistas e loucos: uma
contribuição à história da psicanálise no Brasil.
- Também disponível em: - Brasil BVS-Saúde Publica: 2. referenciais teórico- metodológicos:
http://portalteses.icict.fiocruz.br/transf.php?script=thes_chap&id=00008002&lng=pt&nrm=iso
- Também disponível em: - Brasil BVS-Saúde Publica: 2. referenciais teórico- metodológicos:
http://portalteses.icict.fiocruz.br/transf.php?script=thes_chap&id=00008002&lng=pt&nrm=iso


