quinta-feira, 11 de abril de 2013

Resumo Critico:


Resumo Critico: O Enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar.

De acordo com o texto: “O Enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar”, que abordou uma pesquisa de estudo qualitativo, utilizando métodos qualitativos de pesquisa em campo, realizado por 59 enfermeiros assistenciais, de unidades de internação, ambulatoriais e de pronto socorro.

Foram utilizado métodos qualitativos, por ser uma pesquisa que aborda pontos que precisam ser analisados e pesquisados de uma forma  detalhada, observando a opinião técnica e cientifica de cada um  integrante da pesquisa em foco.

O Objetivo maior do estudo, partindo de uma pesquisa qualitativa exploratória, é a de coletar dados que contribua para o desenvolvimento de campo de estudo que recentemente tem despertado um grande interesse por parte de pesquisadores, que estão no campo da sociologia das profissões, em particular, da enfermagem.

Segundo Freidson, (1978)"o único critério verdadeiramente importante e uniforme para diferenciar as profissões de outras ocupações é a autonomia", sendo esta entendida como uma posição de controle legítimo sobre o trabalho que deve sua existência à tolerância ou à proteção do Estado e que, ademais, não inclui necessariamente todas as esferas da atividade profissional. Para o autor, o profissionalismo representa um método logicamente distinto de organizar uma divisão de trabalho e expressa uma circunstância em que as ocupações negociam entre si os limites de suas jurisdições e controlam seus mercados. Freidson com seu estudo não chega a citar questões cruciais tal como o relacionamento do profissional com o estado, os interesses econômicos sociais e políticos entre outros.

Procurando contribuir no debate, o autor assinalou que:

"uma adequada teoria das profissões e da profissionalização requer que se preste estreita atenção aos processos políticos pelos quais as ocupações obtêm que o Estado lhes conceda direito exclusivo para desempenhar certas tarefas, para recrutar e educar os seus membros, para dar ordens a outras ocupações e para definir em que consistirá seu trabalho" (Freidson, 1978:9- 10).

Sua estratégia analítica busca acentuar, assim, a organização social, política e econômica do trabalho, tratando, nesse caso, o conhecimento e a destreza como derivados do controle ou da falta dele, mais do que como suas causas.

JHONSON, (1997) em sua obra enfatiza o capitalismo monopolista, “o capital é transformado em processo de trabalho através de mecanismos complexos de controle produtivo.” (JHONSON, 1997, 02).

As várias ocupações na área da saúde, hierarquicamente subordinadas aos médicos, têm pouca autonomia no desempenho de seu trabalho e podem ser identificadas como parte da classe proletária, independentemente da condição de ser produtiva ou não. Este autor analisa ainda a reprodução do sistema produtivo nas esferas política e ideológica empreendida principalmente pelo Estado e pelas "profissões" (envolvendo as áreas da saúde, educação, ciência e tecnologia).

De acordo com a questão descrita no texto: O Processo de Autonomia da enfermagem pressupõe que o profissional enfermeiro e a equipe de enfermagem possam interferi no processo de definição da prioridade na assistência. O texto diz que, a autonomia está embora na direção da vontade do individuo para a ação, a partir de influencias sociais e culturais.

Sobre o aspecto metodológico que utiliza uma abordagem essencialmente qualitativa ainda que tenham sido utilizadas qualificações numéricas e tabelas. Os critérios utilizados para a escolha das unidades foi que as mesmas derivam constituir-se de enfermeiros assistenciais responsáveis pela Biossegurança a pacientes com necessidades de assistência intensiva, S-intensiva, cuidados intermediários e mínimos.

Palavra – Chave: (Autonomia; cuido com o paciente; enfermagem; sociologia das profissões; capitalismo monopolista; área da saúde; organização social)

·         Giannine Lopes

·         Jheniffer F. Melo

·         Nayara Suany

·         Jessica Adriana

·         Carla Patricia

·         Eddie A. Carmo

REFERENCIAS

As Referencias podem ser encontradas em:

 Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública; 1999. 205 p. Médicos, psicanalistas e loucos: uma contribuição à história da psicanálise no Brasil.
- Também disponível em: - Brasil BVS-Saúde Publica: 2. referenciais teórico- metodológicos:
http://portalteses.icict.fiocruz.br/transf.php?script=thes_chap&id=00008002&lng=pt&nrm=iso

Rev. Saúde Pública vol.25 no.4 São Paulo Aug. 1991, Revista de Saúde Pública.
- Também disponível em: - Perspectivas teóricas sobre medicina e profissão médica: uma proposta de enfoque antropológico:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-89101991000400012&script=sci_arttext
 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Texto Crítico

O ENFERMEIRO E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA PROFISSIONAL NO PROCESSO DE CUIDAR.

Qualquer profissional não deveria olha com olhos marxistas, esta profissão é tanto para homem quanto pra mulher e tem a mesma capacidade de executar e exercer uma mesma função quando se esta preparado tendo em vista o corpo médico ser formado por um médico, um enfermeiro e seus técnicos em enfermagem todas as ordens passada para equipe vem do médico isso se torna um principio de hierarquia, pois toda equipe e subordinada ao mesmo.
No que diz respeito á questão da autonomia entende se que só é possível quando o enfermeiro domina suas atividades, quando esse profissional cumpriu, ele é considerado um profissional de grade competência e com sua autonomia reconhecida.
Muitos técnicos de enfermagem não tem capacidade para anotar os documentos dados aos pacientes, pela falta de interesse de aprender, é indispensável que os profissionais da área de saúde tenham acesso a leitura para que possa compreender melhor os termos técnicos de enfermagem para que possam atender melhor, e dar explicações e se comunicar com os paciente. Não basta só aprender na pratica se na escrita ele for esquecido.
Deve-se sim ter mais profissionais capacitados e letrados entre nós técnicos de enfermagem para que possamos ir além de ouvir, praticar para que possamos também explicar os procedimentos aos clientes assim vistos esse texto se trata de falta de ética da parte da administração da instituição precisa rever a sua administração que por sua vez acaba sobre carregando os funcionários de enfermagem de tarefas que não são de sua competência. O profissional precisar esta livre para exercer o cargo que de fato foi delegado pelo docente médico é assim se ocupando do paciente e a sociedade em geral.
Para finalizar muitas tarefas não depende só do enfermeiro mais sim da administração do hospital.

Conclusão
Com analise no texto conclui-se que o técnico de enfermagem deve obter o abito da leitura, pois há muitos profissionais não capacitados para realizar anotações.  É importante ter profissionais na área da saúde bem atualizados cotidianamente, pois e uma profissão delicada que cuida de vidas. O mais importante é uma boa comunicação com o cliente para que possa explicar melhor para que ele possa compreender o seu caso clinico.

Texto critico


O enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar.
Este é um artigo que avalia alguns pontos na qualidade da enfermagem principalmente quando for no processo de cuidado do enfermeiro traz uma visão crítica deste agir,basea-se na superposição de que o processo de cuidar consiste no ntrabalho de enfermagem.
A competência profissional do enfermeiro é muito importante, levar em consideração os cuidados com a saúde abordando questões importantes no seu trabalho,para ter um bom desenvolvimento no hospital.
|O tecnico é muito importante pois tem que fazer seu trabalho sempre com muita dedicação e amor para que seu trabalho seja satisfatório para a melhoria de seus pacientes tem sempre que ter amor em tudo que faz.


Aluna:
Gleysiane Ravena Santos.
O ENFERMEIRO E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA PROFISSIONAL NO PROCESSO DE CUIDAR
           

                 RESUMO CRÍTICO


O presente trabalho teve como objetivo estudar o desenvolvimento da profissão de enfermagem, atuando em grandes ocupações na área da saúde hierarquicamente subordinadas aos médicos por tão pouca autonomia na performance do seu trabalho, independente na sua condição de ser produtiva. 
A denominação da autonomia do profissional enfermeiro no objetivo de cuidar, torna-se cada dia mais importante a possibilidade de adquirir condições com seu próprio esforço para resolver suas principais questões de ordem teórica.
A enfermagem no mérito de articular em um exercício moderno, utilizam outras áreas científicas na sua tradição histórica, é importante afirmar que o trabalho dirigido ao enfermeiro, na maior parte, com a ação voltada para o indivíduo em todos os aspéctos profissionais e intelectuais, trazendo para o ambiente a divisão onde acarreta conflitos internos, com isto, levando à atuar negativamente
 na assistência que presta ao paciente em que o afasta de sua ação cuidadora direta.
O artigo estudado se objetiva aos questionários que são realizados aos enfermeiros assistenciais de pronto-socorros que atuam no meio empregatício com Hospitais e Clínicas.
Sobre possíveis encaminhamentos da disciplina no curso de enfermagem, percebe-se a importância da análise sociológica para o desempenho profissional do futuro enfermeiro, pois não é possível à 
este profissional ingressar no mercado de trabalho sem o mínimo de conhecimento inerente à sociedade, considerando-se que é nela que se dá o desempenho de suas habilidades e competência.

  • EQUIPE:
  • ARLETE PINHEIRO
  • ADA COUTINHO
  • CRISTIANE OLIVEIRA
  • DANIELE TAVARES
  • NAYANE CAMILI
  • ROSILDA 
PALAVRA-CHAVE: PROFISSÃO DE ENFERMAGEM, ATO DE CUIDAR, DESEMPENHO,PRODUÇÃO.


Resumo Crítico:

Tema: O enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar.


BUENO, Flora Marta Giglio. QUEIROZ, Marcos de Souza, O enfermeiro e a construção da autonomia. Revista brasileira de enfermagem REBEN, 2006. Silva GB. Enfermagem profissional: Análise crítica. São Paulo (SP) Cortez: 1989. Freire P. pedagogia do oprimido, Rio de Janeiro (RJ). PAZ e TERRA: 1987.

Verificou-se neste estudo uma reflexão crítica sobre o tema propondo um questionamento que envolve o senso comum do agir do profissional enfermeiro, qual seja sua visão do mundo e a partir daí analisar se o profissional admite, se necessário haver mudanças em seu processo de trabalho e se a proposição que se faz sobre sua autonomia na ação de cuidar é viável ou pertinente.
Em tal contexto, ao profissional enfermeiro, cabe o trabalho intelectual e ao técnico, o trabalho manual. Na maioria  das vezes a ação é voltada para o indivíduo.

REFERÊNCIAS:
Bianco MHBC. Construção da autonomia do enfermeiro no cotidiano. Um estudo etnográfico sobre o referencial técnico de Agnes Heller {tese}.
Ribeirão Preto (SP):
Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo 1999.

" Se a pessoa tem conhecimento, habilidade para fazer determinadas coisas, automaticamente, ela terá autonomia. Ela transmite essa segurança, e isto a torna eficiente, bem como reconhecida tanto pelo paciente como pelo corpo docente Médico. Todos ficarão certos de sua destreza no seu trabalho."

A crise do paradigma mecanista da medicina, como descrito por Queiroz, revela a possibilidade de construção de um novo paradigma no interior do qual uma nova configuração de saúde, doença e terapêutica emerge com um sentido mais humano. Outras profissões da saúde, com menos tradições, certamente poderão aproveitar esta oportunidade e promover este tipo de demanda que é, ao mesmo tempo, científico e social.

Queiroz, MS: O paradigma da Medicina 
ocidental Moderna: uma perspectiva 
antropológica. Rev.  Saúde Pub.
 1986; 20: 309-17. 

Equipe:

Carla Karoline Costa da Trindade
Elaine Cristina do Amaral Corrêa
Rosineide Lima Duarte
Patricia Pantoja

terça-feira, 9 de abril de 2013

Resumo critico
Este artigo tem por objetivo estudar, sob um ponto de vista sociológico,a profissão de enfermagem a parti de questionários e entrevistas realizadas com 59 enfermeiros assistencial, de unidades de internação, unidades de ambulatoriais e de pronto socorro que atuam com vinculo empregatício nos hospital de clinicas da unicamp (HC- unicamp).
O HC-Unicamp, um hospital publico estadual universitário da cidade de Campinas é um hospital geral especializado, considerado um centro de excelência medica, de complexidade terciaria, de referencia para o SUS-sistema único de saúde, de nível regional, porem presta atendimento a outras regiões adjacentes e a outros estados.
O objetivo maior desse estudo é, a partir de uma pesquisa emperica, qualitativa e exploratória  contribuir para o desenvolvimento de um campo de estudo que apenas recentemente tem despertado algum interesse entre  pesquisadores brasileiros, que é o campo da sociologia das profissões, em geral, e da enfermagem, em particular.
 O estudo sociológico das profissões na área da saúde tem contemplado principalmente a medicina, que contempla alguns clássicos como, por exemplo, a obra de Freidson (1).
Esta autonomia é, para ele, baseada em dois princípios fundamentais: o conhecimento teórico reconhecido e protegido pelo estado e o apoio das elites.
Este lapso deixou uma margem generosa para a critica desenvolvida principalmente por autores marxistas.
A produção marxista moderava na área da saúde é importante principalmente pelo seu esfosso de prover uma teoria que estabeleça uma conexão desta área com a sociedade mais ampla.
Johnson (3), enfatiza que, no capitalismo monopolista, o  capital é transformado em processo de trabalho através de mecanismos complexos de controle produtivo.
As varias ocupações na área da saúde hierarquicamente subordinadas aos médicos tem pouca autonomia na performance de seu trabalho e podem ser identificados como parte da classe proletária, independentemente das condições de ser produtiva ou não.
Portanto, a reprodução do sistema produtivo, principalmente no que diz respeito a reprodução da foça de trabalho prove a base teórica para a autonomia da medicina e seu papel dominante no processo de trabalho na área de saúde:
Nesse caso, no papel do medico resume-se em ser capaz de estruturar e organizar o processo de trabalho na saúde, sendo que este direito corresponde a contrapartida concedida pelo estudo para que a medicina continue exercendo o seu importante papel no controle da foça de trabalho e na reprodução de valores fundamentais para a manutenção do sistema produtivo como, por exemplo, a visão individualista da doença e da cura e as soluções baseadas em tecnologia industrial.

Equipe: Brenda, Caticilene, Jaqueline e Lidiane
                                                           Resumo informativo
O relato tem como finalidade de saber como os profissionais da área de saúde atuam nos hospitais em qual eles trabalham, se eles fazem sua parte com responsabilidade e se seus procedimentos estão corretos, em fim.
Os hospitais são rigorosos quanto as habilidades de seus profissionais exigindo conhecimentos mais aprofundado e profissionais qualificados.
Esta autonomia é , para eles baseada em dois princípios fundamentais:
Apesar de procura as causas de organização medica na estrutura social, não chega a tocar em questão crucias, tais como, a natureza das elites para eles mencionadas.
Analisando as ocupações e profissões diante da organização capitalista de produção, conclui que a perda da automania no processo produtivo é uma tendencia histórica implacável segundo a qual autonomia é a dignidade das profissões seria perdido e a degradação varia na medida em que o capitalismo se desenvolve em estagio mais complexos e sofisticado de denominação.

Resultados:
Palavras-chaves: profissionais da área de enfermagem, autonomia, profissões.
Equipe: Brenda, Caticilene, Jaqueline e Lidiane

´´ IMPORTÂNCIA PARA OS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NAS SALAS DE PRÉ-PARTO´´

Título:
Comunicação escrita: importância para os profissionais de enfermagem nas salas de pré-parto
Este estudo qualitativo visa fornecer elementos para a reflexão acerca da comunicação escrita entre os profissionais de enfermagem e outros profissionais de saúde nas salas de pré-parto.
 Tem como objetivo analisar a importância da comunicação escrita de enfermagem visando à melhoria da qualidade da assistência no pré-parto. A pesquisa foi realizada em Junho de 2010, com quatro profissionais de enfermagem, em uma instituição privada da cidade de Belém-Pa. Os resultados evidenciam que a comunicação escrita é tão significativa quanto a verbal. Conclui-se que os sujeitos pesquisados reconhecem a importância das anotações de enfermagem e as conseqüências dos registros precários.
As anotações,devem ser utilizadas,mas os termos descritivos devem ser utilizados com mais objetividade da coesão do esclarecimento do ponto relatado sem rabiscos.
A linguagem escrita coerente ao conteúdo,deve-se apresentar anotações de enfermagem com começo,meio e fim,ou seja uma anotação errada, equivale uma vida.
Hoje os profissionais fazem de tudo para que a assistência no pré-parto siga de acordo com a comunicação escrita,e se estabeleça,devido o conforme planejamento.A comunicação é tão utilizada quanto a verbal que age o sentido de registrar os pensamentos,informações,duvidas,sentimentos,no que a equipe disponha a exigência na escrita do processo de cuidar do cliente.


  • Relato de uma mãe satisfeita,com o bom atendimento na sala de pré-parto,e no hospital em geral:




Pré-Parto, e Pós-Parto.


Vamos lá para o momento único.
Pré Parto:




Chegamos ao hospital as 10:00hs , fomos para a sala de autorização do plano, minha médica colocou como se eu tivesse sido atendida de urgência e uma cesárea pra aquela hora mesmo, tudo muito bem planejado, até um enfermeiro enviar essa autorização errada, daí tome demora, não sei quem suava mais eu ou meu esposo, se eu tivesse sentindo muitas contrações teria tido Leninha,(assim chama meu bebê), na recepção do hospital mesmo,coitado, depois fiquei com pena com o nervosismo do enfermeiro, mas tudo bem, autorização na mão, liguei pra médica e disse que estava tudo ok, então ela me disse que eu podia ser encaminhada pra sala de parto, eu gelei, mas já? e aquela ceninha no quarto de espera com aquela camisolona bonita que separei, pufff pura ilusão , fui direto pra sala de pré\pós operatório, cheguei andando, cena na qual eu nunca imaginei que seria, a enfermeira me recebeu, pediu que entregasse meus pertences a minha mãe: óculos, brincos, roupas e aliança,ou, a aliança não saía nem por um decreto, tinha tentado demais em casa, tudo bem, ela disse que tentaria depois, me deu aquela bata charmosíssima e a toca super da moda, e disse que o meu esposo poderia entrar em seguida.
Lá vem a enfermeira, com a abençoada sonda, tão temida sonda, me pediu pra ficar em posição de borboleta , vê se pode, mas tudo bem, senti nada, quando pensei que ia começar já tinha terminado, tudo ótimo de bom ,até que chegou a outra pra pulsar a veia, gente que dor foi aquela e ainda por cima duas vezes, foi a dor maior que senti durante todo o processo, tudo bem e meu esposo chegou pra ficar comigo, nunca pensei ser tão organizado como foi, e a equipe perfeita, deixaram ele ficar comigo o tempo todo só tinha agente na sala toda acredita ? Ficamos esperando a médica e o anestesista chegar.




                                                                    
                                                                       Equipe perfeita



Tudo indo bem até que comecei a sentir umas cólicas, ai não, dor de barriga agora? , e a dor começou a ficar mais forte e a descer pelas costas, minha nossa estava com contrações, começaram de 5 em 5 minutos e depois de 3 em 3 e nada da médica chegar, e eu já ficando nervosa, eis que ela surge, nem acreditei, pensei e repensei: Meu Deus espero ou não, ver se tenho normal? , mas a resposta vinha imediatamente com as dores, falei pra ela o que estava sentindo, e ela disse: então vamos fazer um toque, quando escutei essa palavrinha comecei a suar frio.



                                                                      
                                                                        Pré- Operatório




Parto:


 Então me levaram pra sala de cirurgia, quando entrei o anestesista se apresentou explicou tudo que ia fazer, e eu caladinha na minha, não disse nada de toque nem de contração, então pronto veio a anestesia e eu sentindo uma contração bem na hora, deu certo de 1ª e me deitaram, ainda deu tempo senti a última dorzinha, e a médica chegou, não sei se não lembrou ou não quis mais fazer o toque, sei que eu é que não ia dizer, embora me arrependi depois, porque queria saber pelo menos o quanto tinha dilatado, o anestesista afastou minha barriga pro lado pra liberar a veia, devido a pressão, e afirmou, ei gente ela está sentindo uma contração agora, essa bebê viria hoje de todo jeito.
A partir daí tudo ótimo, não somente devido a uma terrível coceira no rosto, resultado da anestesia, senti tanto puxão que pensei que tava me arrancando tudo, o clima na sala era ótimo, todos alegres e brincalhões, uma musiquinha tocando(Adriana Calcanhoto, Marisa Monte e etc.,) tudo perfeito.
Meu esposo não ficou do meu lado, mas sim na minha frente filmando tudo, e narrando pra mim como estavam as coisas, eis que surge o som mais lindo do mundo: o choro da minha princesa, e que choro viu gente, achei lindo no começo mas logo me preocupei, meu Deus e se ela for sempre assim, estamos ferrado, a segunda coisa que ouvimos foi um espirro dela, a terceira foi a pediatra dizendo: Gente a menina é a cara do pai, não acreditei aquilo seria música para os ouvidos dele e o faria contar por longos e longos anos essa mesma história.
Então ela veio pra me conhecer, linda e toda assanhada, cheia de dedo na boca, a primeira vista vi cabelos enroladinhos, ué? e esses cabelos pensei, mas isso era o de menos, então levaram ela e o papai foi junto, e depois chegou ela de cabelo penteadinho, nada de cabelo cacheado não, mas isso era o de menos.





  
                                                                    
                                                                       Momento único



Pós Parto:

 Fiquei na sala durante mais umas horas terminando as costuras e depois fui para o pós-operatório.
Assim que cheguei trouxeram a bonequinha toda arrumada, pensei que era só pra me ver ela, mas a enfermeira já veio e disse que ela queria dá uma mamadinha, pronto me desesperei, e agora? Mas já? E nessa posição? Ela não vai pegar, tinha certeza, puro engano meu, a bezerrinha acertou bem em cheio o bicão da mãe dela, e ficou ali por uns minutinhos, então fomos encaminhadas para o apartamento.
Chegando lá toda me coçando ainda, muita gente já nos esperava, o papai tratou de ligar pra todo mundo logo, fomos tentar mamar de novo, mas pense que posição horrível, ficar ereta sem poder levantar a cabeça, e ela toda cheia de vontade de mamar, sugava tanto a bichinha, e saindo só o colostro tudo muito pouquinho, só o que ouvia era: Não converse não, não fale nada até amanhã senão vai dá muitos gases, logo eu, que nem gosto de conversar, tagarelei que nem presta impossível não responder a todos que chegavam.










                                                     Assim que cheguei no apartamento 



A pediatra passou, examinou ela, e disse que estava tudo ótimo, e que ela já poderia ir pra casa, minha vó, ligou também e me perguntou como estava (pois é , foi a única falha, ela não foi me ver), me passou algumas orientações e disse que estava liberada, dei graças a Deus, poder levar minha boneca pra casa, mas os planos de viajar pra Castanhal no mesmo dia foi mudado, estava sentindo muita dor ainda, então deixamos pra viajar no outro dia apenas, e Leninha só, come,dorme e faz coco.








Equipe:
Carla Maia
Jaiana Rodrigues
Mariana Reis
Rutilena Brasil
Silvia Pantoja




segunda-feira, 8 de abril de 2013

                   O enfermeiro e o construção do autonomia profissional no processo de cuidar


                                                            Resumo critico


Autonomia profissional do enfermagem é construído por conquistas técnica cientificas, legais primordialmente, pelo desenvolvimento de um pratico cidadã. Não existe autonomia absoluta ela e uma construção social de cada área de atuação  profissional enfermeiros técnicos e auxiliares de enfermagem no contexto das relações vigentes no grande área da saúde. Os técnicos de enfermagem percebem a autonomia do enfermeiro em profissionais que através de seu saber, atuam de modo que sua prática lhes de visibilidades a autonomia com a equipe de enfermagem. A autonomia profissional do enfermeiro é considerado como uma importante questão que deve ser renovada por um novo paradigma cientifico, que teve em consideração o aspecto humano ao cuidado a saúde. Baseado em uma abordagem qualitativa, algumas questões importante ao processo de trabalho desenvolvido em hospital público. O objetivo da profissão é a forma com que os enfermeiros se relacionam com a sociedade e com a equipe de enfermagem tem como importantes pontos para sua compreensão o tema da autonomia profissional. De acordo com Foucault, que faz uma analise histórica do poder como inicio de explicar a produção do saber, a enfermagem se desaplima por inicio de em regime da ordem.Significa que ele quis fala que deveria ter uma ordem porque toda função fica para o técnico e que deveria fica com o enfermeiro. 

Reais, Revista eletrônica, Acessos saúde 2012, vol - 4 (2), 281 - 307. Revista Brasileira de enfermagem  vol - 59 no - 2 Brasilia Mar-/ Apr 2006



Docente: Geordano Raad 
 Discente:Shyrlene Sena
               Rutilena Brasil
               Patricia Xavier
               Laiara Lourinho
               Luziane Bentes       



O enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar



                                                                Resumo Crítico

Este artigo tem por objetivo estudar um ponto de vista sociológico, a profissão de enfermagem a partir de questionários e entrevistas realizadas com 59 enfermeiros das unidades de pronto-socorro que atuam com vínculo no Hospital de Clínicas da Unicamp (HC- Unicamp), o período de coleta foi junho a dezembro de2001. A pesquisa de campo efetuou-se após a aprovação do comitê de ética em pesquisa da FCM/Unicamp. O objetivo maior desse estudo é o campo da sociologia das profissões em geral trata-se de um âmbito complexo que, para se consolidar dentro das ciências sociais, exigirá uma considerável concentração de esforços para resolver suas principais questões de ordem teórica. Na área da saúde tem contemplado principalmente a medicina, que contempla alguns clássicos, como por exemplo, a obra de FREIDSON, 1970; ¨Para este autor, uma profissão se distingue da outra com relação as suas ocupações¨, ele diz também que a profissão é um monopólio ocupacional dentro de um processo de divisão de trabalho. Ele tem como base de princípios fundamentais: o conhecimento teórico reconhecido e protegido pelo Estado e o apoio das elites. Freidson não chega a tocar em questões crucias, tais como, a natureza das elites, os interesses econômicos sociais e políticos. Este lapso deixou a crítica desenvolvida principalmente por autores marxistas. A produção marxista é importante principalmente pelo seu esforço de promover uma teoria que estabeleça uma conexão desta área com a sociedade mais ampla. O WRIGHT, 1980 situa a profissão médica dentro da estrutura da sociedade capitalista esse ponto, este autor crítica vários estudos na área da saúde, que confundem ocupações com classe. Johnson, enfatiza que no capitalismo monopolista, é transformado em processo através de mecanismo complexos de controle produtivo este autor analisa ainda a produção do sistema produtivo nas esferas políticas e ideológicas empreendida principalmente pelo estado e pelas ¨profissões¨ (envolvendo as áreas da saúde,educação, ciência e tecnologia). A autonomia da medicina e seu papel dominante no processo de trabalho na área da saúde. WILLIS, 1983 enfatiza esse ponto, a base fundamental para a autonomia da profissão medica deve ser com o Estado. O papel do médico resumi-se em ser capaz de estruturar e organizar o processo de trabalho na saúde como, por exemplo, a visão individualista da doença e da cura e as soluções baseadas em tecnologia industrial, a profissão medica assume, na visão deste autor a Medicina torna-se uma instituição importante de manutenção da ordem e de controle social. Analisando as ocupações e profissões capitalistas de produção, BRAVERMAN, 1974, conclui que a perda da autonomia no processo produtivo atinge todas as ocupações profissionais inclusive a do médico, segundo o seu ponto de vista na medida em que o capitalismo se desenvolve mais complexos e sofisticados de dominação.   O processo de trabalho na área de saúde em geral e de enfermagem, em particular pressupõe uma divisão de trabalho baseado nos princípios Tayloristas que tem uma finalidade terapêutica; como objetivo o individuo que precisa de cuidado; como instrumental; o saber corporificado nas técnicas e nas metodologias assistências e como, produto final, um serviço de saúde prestado. Assim o desenvolvimento real da ciência ocorre apenas em circunstâncias raras e especiais quando o paradigma e proposto.
A enfermagem bem como a grande maioria das demais áreas relacionadas com a saúde, acompanhou essas tendências. No interior de um paradigma mecanicista cada vez mais forte, a ênfase recai com mais intensidade na intervenção técnica, sem serem vistas às mudanças de ordem emocional, coletiva e educacional. Somente uma mudança de paradigma científico, poderá conferir ênfase ao cuidado, juntamente com o aspecto humano da medicina. Neste sentido, o profissional enfermeiro está rompendo a imagem de um profissional devoto e obediente, entrelado tanto a uma concepção religiosa do cuidado, com um paradigma que promove exclusivamente a intervenção técnica voltada a um paciente percebido meramente como uma máquina este rompimento ao mesmo tempo em que enseja uma crise no paradigma hegemônico, permite um início de revolução cientifica e conseqüentemente a construção de um paradigma mais amplo na área da saúde.Essa formação continuada é um processo que capacita professores no local de trabalho, oferecendo educação permanente, com apropriações de muitas competências enriquecendo sua prática na área da Enfermagem. Incluindo centralização e descentralização da tomada de decisão, com possibilidades de tomar decisões sobre projetos inovadores sem barreiras no ambiente hospitalar, unidades responsáveis por projetos inovadores e autonomia na execução do trabalho que envolve profissionais de Enfermagem.  REFERÊNCIAS: 1. FRIEDSON E. Professional Dominance. Chicago(USA): Aldine;1970.
2. WRIGHT ED. Class and occupation. Theory Society 1980; 9 (1): 177-214 .3. JOHNSON T. The profession in the class structure. In; Scase R (editor). Industrial.4. WILLIS E. Medical dominance. London (UK): Gearge Allen & Unwin; 1977. [s.p.].

5. BRAVERMAN H. Labor and monopoly capital. New York (USA): Monthly Review press; 1974.





Docente: Geordano Raad
Discentes:  Adielson Postácio
                    Daniela Martins
                    Jéssica Gonçalves
                    Jhonnatan Edson Barreto
                    Angélica Lima
                    Wilimária Ferreira


O enfermeiro e a construção da autonomia profissional no processo de cuidar


Referências bibliográficas:

Flora Marta Giglio Bueno; Marcos de Souza Queiroz
Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Ouvidora do Hospital de Clínicas da UNICAMP
Antropólogo. Doutor em Sociologia pela Universidade de Manchester, Inglaterra. Pesquisador do Centro de Memória da UNICAMP. Professor credenciado da Pós-Graduação em Enfermagem da FCM/UNICAMP.

Este artigo analisa alguns fatores que interferem na qualidade da prática de enfermagem, principalmente no que diz respeito ao agir do profissional enfermeiro no processo de cuidar. Traz uma reflexão crítica deste agir, baseada na suposição de que o processo de cuidar consiste na essência do trabalho em enfermagem. A autonomia profissional do enfermeiro é considerada como uma importante questão que deve ser renovada por um novo paradigma científico, que leve em consideração o aspecto humano do cuidado à saúde. Baseado em uma abordagem qualitativa, algumas questões importantes do processo de trabalho desenvolvido em um hospital público universitário são consideradas. O artigo conclui propondo uma nova atitude, mais comprometida com a produção de saúde e com a sua dimensão social.
O objetivo maior desse estudo é o campo da sociologia das profissões,em geral da enfermagem,principalmente a medicina que contempla alguns clássicos com FREIDSON, (profissional dominante),que situa a profissão médica dentro das estruturas de classes,da sociedade capitalista,já JOHSON (profissional estrutural ), enfatiza trabalho através de mecanismo complexo de controle produtivo;agrande maioria das resposta da atual questão e 79,7%; foi negativo no questionário de intervenção de caráter inovador,os dados obtidos atua de forma acrítica e passiva,correspondendo na maioria controladores da instituição.



Equipe:

Carla Maia
Eliane Vasconcelos
Franciane Brandão
Jaiana Rodrigues
Mariana dos Reis
Sandra Rodrigues




Vocabulário técnico de enfermagem



INTRODUÇÃO
Este trabalho sobre os vocabulários técnicos de enfermagem vai falar sobre como e onde utilizar esses termos, sendo que esta pesquisa é novidade, por exemplo, não existe este tipo de trabalho em internet, então o grupo recorreu à pesquisa de campo, e com informações que foram adquiridas durante pesquisa de campo, o trabalho que vai ser apresentado deu ênfase em exemplos como os vocabulários usados antes de qualquer procedimento cirúrgico são: Assepsia, Tricotomia, profilaxia, entre outros.
Todo e qualquer procedimento, como quando o paciente entra em um hospital com problemas de saúde é atendido por um técnico de enfermagem, o mesmo passa o problema do cliente para o medico com os vocabulários técnicos que foram aprendidos durante seus estudos. Assim podemos observar que cada sessão de trabalho tem sua termologia. E finalizando esta pesquisa o grupo ira fazer uma representação sobre um caso clínico feito pelo grupo para que todos possam entender essa diferença de fala entre enfermeiros e paciente. Todas as informações contidas no texto serão explicadas pelo grupo, que pesquisou diretamente com os profissionais da saúde o assunto.


VOCABULÁRIO TÉCNICO DE ENFERMAGEM 
Todo ramo do ser humano, toda ciência, necessita criar sua própria termologia, adequada as suas necessidades de comunicação e expressão. A medicina, como uma das mais antigas atividades do homem, desenvolveu uma linguagem que, ao leigo ou (estranho ao assunto) se afigura hermética e difícil entendimento. Do mesmo modo, o estudante de enfermagem ou áreas afins, se assusta de inicio com tantas palavras novas que deve aprender e cujo significado tem dificuldade de memorizar.
Segundo MIRANDA, Costa (2013),existe uma forma para facilitar mais sobre o aprendizado desses termos, que são as palavras que terminam com ITE, tem haver com inflamação, como por exemplo:
·         Dermatite: Inflamação na pele.
·         Hepatite: Inflamação no fígado
·         Balanopostite: Inflamação da glande e do prepúcio.
·         Colecistite: Inflamação da vesícula biliar.
Entre Outros.
Essas termologias são de extrema importância no seu local de trabalho, pois ao exercer a função o técnico de enfermagem ao fazer qualquer procedimento que foi prescrito pelo médico no prontuário vem dizendo na forma técnica como, por exemplo: Onde o medicamento deve ser aplicado usa-se siglas como IM ou EV, que significa Intramuscular ou Endovenosa, Então esse conhecimentoque foi adquirido durante os estudos, servirá para o mesmo e não erre qualquer medicamento em veia ou músculos, pois caso isso aconteça o cliente pode ter varias complicações ou até vir a óbito.
O uso de palavras populares no seu meio profissional, não é correto, mais usar esse “termo popular” para passar informação ao paciente é necessário, para que o mesmo possa entender com facilidade seu estado de saúde, mas primeiramente não confunda o “popular” com o “vulgar” logo se tornará um profissional sem ética, então o apropriado seria falar de uma forma concisa e clara.

Agora serão citados alguns exemplos de quadro clinico que contém termos técnicos que são:
À colecistectómica laparoscopia, na linguagem descrita seria ”Operação para retirada da vesícula biliar por um processo que não necessita abrir a parede abdominal”.
Outro exemplo de termo técnico: O melodrama acusou pancitopenia.  Equivalente a dizer que “O exame as medula óssea mostrou diminuição de todos os tipos de células normalmente ali encontradas e que dão origem aos globos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas do sangue”.
Segundo Dalva, 2013, os seguintes termos citados abaixo são os mais utilizados e diz aonde usa-los, que são:
Utilizam-se termos técnicos em:
·         Área da saúde em geral
·         Hospitais
·         Laboratórios
·         Clinicas
Segundo DALVA, 2013. Como utilizar termos técnico:
Antes de qualquer cirurgia ou parto usa-se:
·         Tricotomia: Raspagem dos pelos
·         Profilaxia: Conjunto de medidas para evitar uma doença, ou seja, prevenção.
·         Assepsia: Processo pelo qual consegue afastar os germes patogênicos de determinado local ou objeto.
·         Antissepsia: é quando faz assepsia, usa-se em matéria vivo como a pele.
Os termos usados nos sinais vitais são:
Temperatura (TEMP)
·         Normotermia (temperatura normal)assim com afebril. Hipertermia (temperatura elevada, igual ou maior que 37.8 c).
·         Febrícula (e o estado febril que vai de 37.3 a 37.7 c)


·         Hipotermia (e quando a temperatura fica abaixo de 36 c)
·         Hiperpirexia (e quando a temperatura se eleva acima de 41 c)
Frequência cardíaca (FC)
·         Normocardico (Normal, ou ritmado).
·         Arrítmico (fora do ritmo).
·         Taquisfiguimia(acelerado)
·         Bradisfiguimia (lento)
·         Filiforme(lento e fraco)
Frequência Respiratória (FR)
·         Eupneia (normal)
·         Taquipneia (acelerado)
·         Bradipneia (lento)
·         Apneia (ausência de respiração)
Pressão arterial (PA).
·         Normotenso (120 x 80).
·         Hipertenso (acima de 140 x 90).
·         Hipotenso (abaixo de 100x60).
Com esses exemplos citados acima podemos perceber que cada área da saúde requer sua própria termologia. É de extrema importância a utilização desses termos, pois além de enriquecer a fala dos enfermeiros, são utilizados na prescrição de qualquer caso clinico.
É sempre bom ter em mãos os dicionários técnicos, para identificar cada área de trabalho, pois ajuda no atendimento do profissional.



CONCLUSÃO

Esta pesquisa foi desenvolvida através de informação com os profissionais da saúde que se trata dos vocabulários mais utilizados por eles na profissão, sendo que a pesquisa fala como e a onde usa-los, como hospitais, clínica, laboratório enfim área da saúde, esses termos não podem ser utilizados quando for falar com o paciente, apenas informa-los apenas no vocabulário popular de forma que entenda o seu quadro clinico. Sendo que cada seção de trabalho tem uma forma de usar esses termos, ou seja, e utilizada de acordo com o local de serviço.

Todos os enfermeiros devem saber os termos técnicos, logico que não dar pra saber de todos, mais com um bom estudo e pesquisa no dicionário ou até na internet. Podemos sabe bastantes termos, pois o conhecimento e algo que ninguém pode tirar de uma pessoa.


REFERÊNCIAS
COSTA, Mauricio B. Apostila de língua portuguesa tec. em Enfermagem-Belém-PA, 2011.
FREITAS, Dalva. Enfermeira-Belém-PA, 2013.
MURTA, Genilda Ferreira. Dicionário brasileiro de saúde3ª ed.- São Caetano do sul-SP: Difusão, 2009.
VOLPATO, Andreia Cristine Bressaneet PASSOS, Vanda Cristina dos Santos. Técnicas básicas de enfermagem 3ª Ed. - São Paulo-SP: Martinari, 2009.
_______________. Disponível em: >http://www.odiariodeumenfermeiro.com.br/2  009/02/sinais-vitais.html<. Acesso em 13/03/201-ano [?].