´´ IMPORTÂNCIA PARA OS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NAS SALAS DE PRÉ-PARTO´´
Título:
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Comunicação escrita: importância para os profissionais de enfermagem nas salas de pré-parto
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Tem como objetivo analisar
a importância da comunicação escrita de enfermagem visando à melhoria da
qualidade da assistência no pré-parto. A pesquisa foi realizada em Junho de 2010, com
quatro profissionais de enfermagem, em uma instituição privada da cidade de Belém-Pa. Os resultados evidenciam que a comunicação escrita é tão
significativa quanto a verbal. Conclui-se que os sujeitos pesquisados reconhecem
a importância das anotações de enfermagem e as conseqüências dos registros
precários.
As anotações,devem ser utilizadas,mas os termos descritivos devem ser utilizados com mais objetividade da coesão do esclarecimento do ponto relatado sem rabiscos.
A linguagem escrita coerente ao conteúdo,deve-se apresentar anotações de enfermagem com começo,meio e fim,ou seja uma anotação errada, equivale uma vida.
Hoje os profissionais fazem de tudo para que a assistência no pré-parto siga de acordo com a comunicação escrita,e se estabeleça,devido o conforme planejamento.A comunicação é tão utilizada quanto a verbal que age o sentido de registrar os pensamentos,informações,duvidas,sentimentos,no que a equipe disponha a exigência na escrita do processo de cuidar do cliente.
- Relato de uma mãe satisfeita,com o bom atendimento na sala de pré-parto,e no hospital em geral:

Pré-Parto, e Pós-Parto.
Vamos lá para o momento único.
Pré Parto:
Chegamos ao hospital as 10:00hs , fomos para a sala de autorização do plano, minha médica colocou como se eu tivesse sido atendida de urgência e uma cesárea pra aquela hora mesmo, tudo muito bem planejado, até um enfermeiro enviar essa autorização errada, daí tome demora, não sei quem suava mais eu ou meu esposo, se eu tivesse sentindo muitas contrações teria tido Leninha,(assim chama meu bebê), na recepção do hospital mesmo,coitado, depois fiquei com pena com o nervosismo do enfermeiro, mas tudo bem, autorização na mão, liguei pra médica e disse que estava tudo ok, então ela me disse que eu podia ser encaminhada pra sala de parto, eu gelei, mas já? e aquela ceninha no quarto de espera com aquela camisolona bonita que separei, pufff pura ilusão , fui direto pra sala de pré\pós operatório, cheguei andando, cena na qual eu nunca imaginei que seria, a enfermeira me recebeu, pediu que entregasse meus pertences a minha mãe: óculos, brincos, roupas e aliança,ou, a aliança não saía nem por um decreto, tinha tentado demais em casa, tudo bem, ela disse que tentaria depois, me deu aquela bata charmosíssima e a toca super da moda, e disse que o meu esposo poderia entrar em seguida.
Lá vem a enfermeira, com a abençoada sonda, tão temida sonda, me pediu pra ficar em posição de borboleta , vê se pode, mas tudo bem, senti nada, quando pensei que ia começar já tinha terminado, tudo ótimo de bom ,até que chegou a outra pra pulsar a veia, gente que dor foi aquela e ainda por cima duas vezes, foi a dor maior que senti durante todo o processo, tudo bem e meu esposo chegou pra ficar comigo, nunca pensei ser tão organizado como foi, e a equipe perfeita, deixaram ele ficar comigo o tempo todo só tinha agente na sala toda acredita ? Ficamos esperando a médica e o anestesista chegar.
Equipe perfeita
Tudo indo bem até que comecei a sentir umas cólicas, ai não, dor de barriga agora? , e a dor começou a ficar mais forte e a descer pelas costas, minha nossa estava com contrações, começaram de 5 em 5 minutos e depois de 3 em 3 e nada da médica chegar, e eu já ficando nervosa, eis que ela surge, nem acreditei, pensei e repensei: Meu Deus espero ou não, ver se tenho normal? , mas a resposta vinha imediatamente com as dores, falei pra ela o que estava sentindo, e ela disse: então vamos fazer um toque, quando escutei essa palavrinha comecei a suar frio.
Tudo indo bem até que comecei a sentir umas cólicas, ai não, dor de barriga agora? , e a dor começou a ficar mais forte e a descer pelas costas, minha nossa estava com contrações, começaram de 5 em 5 minutos e depois de 3 em 3 e nada da médica chegar, e eu já ficando nervosa, eis que ela surge, nem acreditei, pensei e repensei: Meu Deus espero ou não, ver se tenho normal? , mas a resposta vinha imediatamente com as dores, falei pra ela o que estava sentindo, e ela disse: então vamos fazer um toque, quando escutei essa palavrinha comecei a suar frio.
Pré- Operatório
Parto:
Parto:
Então me levaram pra sala de cirurgia, quando entrei o anestesista se apresentou explicou tudo que ia fazer, e eu caladinha na minha, não disse nada de toque nem de contração, então pronto veio a anestesia e eu sentindo uma contração bem na hora, deu certo de 1ª e me deitaram, ainda deu tempo senti a última dorzinha, e a médica chegou, não sei se não lembrou ou não quis mais fazer o toque, sei que eu é que não ia dizer, embora me arrependi depois, porque queria saber pelo menos o quanto tinha dilatado, o anestesista afastou minha barriga pro lado pra liberar a veia, devido a pressão, e afirmou, ei gente ela está sentindo uma contração agora, essa bebê viria hoje de todo jeito.
A partir daí tudo ótimo, não somente devido a uma terrível coceira no rosto, resultado da anestesia, senti tanto puxão que pensei que tava me arrancando tudo, o clima na sala era ótimo, todos alegres e brincalhões, uma musiquinha tocando(Adriana Calcanhoto, Marisa Monte e etc.,) tudo perfeito.
Meu esposo não ficou do meu lado, mas sim na minha frente filmando tudo, e narrando pra mim como estavam as coisas, eis que surge o som mais lindo do mundo: o choro da minha princesa, e que choro viu gente, achei lindo no começo mas logo me preocupei, meu Deus e se ela for sempre assim, estamos ferrado, a segunda coisa que ouvimos foi um espirro dela, a terceira foi a pediatra dizendo: Gente a menina é a cara do pai, não acreditei aquilo seria música para os ouvidos dele e o faria contar por longos e longos anos essa mesma história.
Então ela veio pra me conhecer, linda e toda assanhada, cheia de dedo na boca, a primeira vista vi cabelos enroladinhos, ué? e esses cabelos pensei, mas isso era o de menos, então levaram ela e o papai foi junto, e depois chegou ela de cabelo penteadinho, nada de cabelo cacheado não, mas isso era o de menos.

Momento único
Pós Parto:
Pós Parto:
Fiquei na sala durante mais umas horas terminando as costuras e depois fui para o pós-operatório.
Assim que cheguei trouxeram a bonequinha toda arrumada, pensei que era só pra me ver ela, mas a enfermeira já veio e disse que ela queria dá uma mamadinha, pronto me desesperei, e agora? Mas já? E nessa posição? Ela não vai pegar, tinha certeza, puro engano meu, a bezerrinha acertou bem em cheio o bicão da mãe dela, e ficou ali por uns minutinhos, então fomos encaminhadas para o apartamento.
Chegando lá toda me coçando ainda, muita gente já nos esperava, o papai tratou de ligar pra todo mundo logo, fomos tentar mamar de novo, mas pense que posição horrível, ficar ereta sem poder levantar a cabeça, e ela toda cheia de vontade de mamar, sugava tanto a bichinha, e saindo só o colostro tudo muito pouquinho, só o que ouvia era: Não converse não, não fale nada até amanhã senão vai dá muitos gases, logo eu, que nem gosto de conversar, tagarelei que nem presta impossível não responder a todos que chegavam.

| Assim que cheguei no apartamento |
A pediatra passou, examinou ela, e disse que estava tudo ótimo, e que ela já poderia ir pra casa, minha vó, ligou também e me perguntou como estava (pois é , foi a única falha, ela não foi me ver), me passou algumas orientações e disse que estava liberada, dei graças a Deus, poder levar minha boneca pra casa, mas os planos de viajar pra Castanhal no mesmo dia foi mudado, estava sentindo muita dor ainda, então deixamos pra viajar no outro dia apenas, e Leninha só, come,dorme e faz coco.
Equipe:
Carla Maia
Jaiana Rodrigues
Mariana Reis
Rutilena Brasil
Silvia Pantoja
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