terça-feira, 9 de abril de 2013

Resumo critico
Este artigo tem por objetivo estudar, sob um ponto de vista sociológico,a profissão de enfermagem a parti de questionários e entrevistas realizadas com 59 enfermeiros assistencial, de unidades de internação, unidades de ambulatoriais e de pronto socorro que atuam com vinculo empregatício nos hospital de clinicas da unicamp (HC- unicamp).
O HC-Unicamp, um hospital publico estadual universitário da cidade de Campinas é um hospital geral especializado, considerado um centro de excelência medica, de complexidade terciaria, de referencia para o SUS-sistema único de saúde, de nível regional, porem presta atendimento a outras regiões adjacentes e a outros estados.
O objetivo maior desse estudo é, a partir de uma pesquisa emperica, qualitativa e exploratória  contribuir para o desenvolvimento de um campo de estudo que apenas recentemente tem despertado algum interesse entre  pesquisadores brasileiros, que é o campo da sociologia das profissões, em geral, e da enfermagem, em particular.
 O estudo sociológico das profissões na área da saúde tem contemplado principalmente a medicina, que contempla alguns clássicos como, por exemplo, a obra de Freidson (1).
Esta autonomia é, para ele, baseada em dois princípios fundamentais: o conhecimento teórico reconhecido e protegido pelo estado e o apoio das elites.
Este lapso deixou uma margem generosa para a critica desenvolvida principalmente por autores marxistas.
A produção marxista moderava na área da saúde é importante principalmente pelo seu esfosso de prover uma teoria que estabeleça uma conexão desta área com a sociedade mais ampla.
Johnson (3), enfatiza que, no capitalismo monopolista, o  capital é transformado em processo de trabalho através de mecanismos complexos de controle produtivo.
As varias ocupações na área da saúde hierarquicamente subordinadas aos médicos tem pouca autonomia na performance de seu trabalho e podem ser identificados como parte da classe proletária, independentemente das condições de ser produtiva ou não.
Portanto, a reprodução do sistema produtivo, principalmente no que diz respeito a reprodução da foça de trabalho prove a base teórica para a autonomia da medicina e seu papel dominante no processo de trabalho na área de saúde:
Nesse caso, no papel do medico resume-se em ser capaz de estruturar e organizar o processo de trabalho na saúde, sendo que este direito corresponde a contrapartida concedida pelo estudo para que a medicina continue exercendo o seu importante papel no controle da foça de trabalho e na reprodução de valores fundamentais para a manutenção do sistema produtivo como, por exemplo, a visão individualista da doença e da cura e as soluções baseadas em tecnologia industrial.

Equipe: Brenda, Caticilene, Jaqueline e Lidiane

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